Faz um tempo, escrevi um depoimento de orkut pro meu namorado. Já tinha até esquecido dele, até que dia desses recebi um elogio sobre ele e resolvi postá-lo aqui.

Afinal, sempre vale né!

Quando eu era pequena, eu acreditava em sapos que viravam príncipes, em mocinhos de novela que eram perfeitos, em alma gêmea e milhões de coisas assim. Aí eu cresci e conheci príncipes que viraram sapos, mocinhos que me desapontaram e aprendi que nem sempre que a gente se encanta é porque conheceu a alma gêmea. Eu desisti de procurar, e como dizem: “chutei o balde”. Até que te encontrei. Então, aos poucos, parece que tudo foi fazendo sentido. Cada coisa, cada pessoa, cada fato tinha uma razão. A razão era te conhecer. Nem antes e nem depois, no dia em que conheci. Por tua causa, eu voltei a acreditar em príncipes, em mocinhos, em histórias, em alma gêmea e tudo mais. Como eu me sinto? A mais feliz do mundo! Sem dúvidas, a mais boba, tola, apaixonada e alegre. Incrível como o simples fato de estar contigo, de ganhar um beijo teu (o melhor do mundo por sinal), como só de ouvir tua voz eu fico mais calma. Sorte minha te ter no meu lado, porque n te solto de jeito nenhum!

;)

Consegui! Escrevi duas vezes essa semana!

:)

Assunto do dia: língua portuguesa!

Sim, Esse conjunto de letras, palavras e frases que fazem com que a gente se comunique todos os dias!

Sabe o que acontece? Cada vez menos a nossa língua-mãe está tendo o valor que merece. O que aprendemos na escola como regra, na maioria das vezes não é colocado em prática. Convenhamos, a linguagem da internet mata qualquer regra. É mais fácil, é mais prático. E a gente gosta disso no dia-a-dia. Ninguém quer perder tempo digitando. Mas uma coisa é abreviar corretamente, outra coisa é lançar mão de todos os assassinatos verbais que o meio oferece. Sinceramente, é feio conversar com alguém e ver um “naum”, não é?

O pior é que outros meios que deveriam educar, acabam prejudicando. Não sei se isso ainda existe, mas um canal de filmes andava passando uns filmes com a legenda na linguagem de internet. Minha opinião: tradução mais tosca do mundo, porque muita coisa que eles usavam não era o que realmente é digitado.

Aprender o português e as suas várias “pegadinhas” não é uma das tarefas mais fáceis, mas deveria ser matéria obrigatória em qualquer curso de faculdade. Além do mais, os professores deveriam ser mais rígidos com os erros. Qual é o profissional que terá credibilidade no mercado escrevendo errado? Acha que não é bem assim? Exemplo simples: você enconta um flyer na rua. Aí você vê que tem um baita erro de português lá. Já perdeu credibilidade. 

Agora, vai sair aquela lei que os países assinaram, unificando a “regrinha dos acentos”. Talvez, ficando mais fácil aprender, as pessoas passem a gostar mais. Talvez, gostando mais, elas aprendam mais. E talvez, aprendendo mais, nossa língua não seja mais tão maltratada.   

Gente, sou obrigada a pedir desculpas pelo total abandono do meu blog.

Minha intenção inicial era (e ainda é) escrever todos os dias. Porém, minha vida social e profissional (humm, que menina ocupada) andam me impedindo disso, o que me aborrece muito.

Infelizmente, quando o final de semana chega, eu não aguento mais olhar para a cara do meu pc, então acabo cedendo ao irresistível charme de um bom filme, que sempre me ganha!

Se a minha monografia deixar, juro que passarei mais tempo aqui escrevendo, mas ela anda MUITO egoísta e possessiva, o que não facilita em nada.

A preguiça mental também anda bem minha amiga nesses últimos tempos, o que não é nada bom. Aliás, juro que vou tentar me afastar desta má influência.

E, como hoje é segunda, penso que minha meta para a semana será escrever mais uma vez ainda por aqui.

Veremos…

É inegável. Ela está em todos os lugares. Nas ruas, nas revistas, nos jornais, na internet, na televisão, no cinema, no shopping, no aeroporto, no rádio, e, até mesmo, no banheiro!

A publicidade, com todo o seu poder de sedução, atingiu níveis tão grandes de segmentação e de inusitação, que em alguns momentos chega a ser incoveniente. Nós, publicitários, prestamos atenção nas estratégias mirabolantes que as agências criam para atingir um target específico, mas o consumidor comum não quer saber de segmentação. Se ele não for conquistado (ou se ele não for o público-alvo), não vai dar a mínima bola pro que está na frente dele.

Não podemos mais fazer o mesmo. Ficar na zona de conforto e achar que está tudo lindo e maravilhoso. Nossos concorrentes tão lá, fazendo igualzinho. É fato, fazer diferente faz a diferença. Merchandising inteligente, natural. Nada mais genial. Internet. Quem apostaria seu rico dinheirinho de mídia para desenvolver ações de internet? E eu não to falando só de site, banner e emkt. Não, falo de palavras-chave, msn, hotsite, viral, orkut e as milhares de novas oportunidades que, a cada dia, esse meio cria. Mídia de celular. Perfect. Se usada de maneira certa. Imagine, você receber uma mensagem de texto de uma das suas lojas preferidas te dizendo que aquela blusinha que você adorou está em promoção? Ou, que você está passando perto desta mesma loja, e, se repente, você recebe uma mensagem te convidando pra entrar na loja e conhecer a nova coleção? Legal hein!  

Enfim, concordo que tudo precisa de planejamento, mas também acredito que a criatividade nunca foi tão necessária para “fazer o diferente” em todos os sentidos. O futuro da publicidade, no meu ponto de vista, está em como fazer para atingir o target da forma mais inesperada possível. De maneiras inteligentes. Diferentes. Naturais. Eficientes.

Ta aí um longo assunto pra escrever: vontades.

Já parou pra pensar em quantas vontades a gente tem? Nossa, milhares e milhares.

Não é raro, a gente tá lá, viajando em uma aula ou no trabalho, e de repente vem aquela pulguinha cutucar: “Meu, que vontade de comer um picolé!” (aproveitando pra relembrar o artigo “o homem e o picolé”). Aí, passa aquele comercial de tv que te mostra uma pizza bem suculenta. Impossível não ficar com água na boca. Principalmente se o coitado que tá vendo já estiver com fome. Aí é uma tentação completa. Ou então, quando a preguiça bate mais forte e dá aquela vontade de, em um estalar de dedos, chegar instantâneamente em casa. Falando em instantâneo, depois do almoço, quando a pia tá cheia e a gente lembra que a louça não é magicamente lavada em um segundo…putz, que vontade de ser a Samantha de “A feitiçeira”, mexer o nariz e pronto, tudo em ordem. Que beleza seria.

Grávidas é que possuem muitas vontades, embora sempre que eu pergunte pra minha mãe quais desejos que ela teve durante a gravidez, ela sempre me responda: nenhum, só de devorar um pote de sorvete em pleno inverno de Porto Alegre. É, bem, cada um com suas loucuras. Dizem que mulher na tpm tem sintomas um pouco parecidos com os das mulheres grávidas. Fato! O mais engraçado, é que são vontades absurdas. “Que vontade de comer um pão” ou “Nossa, eu PRECISO daquela blusa que eu vi ontem”. Coisa de mulher. Homens, não contrariem!

Mas, tem uma coisa melhor que sentir vontade. Satisfazer a vontade. Nossa, é muito bom. Banho quando tá com vontade, comer quando tá com vontade, morder quando tá com vontade, comer brigadeiro quando tá com vontade, correr, gritar, cantar, dormir, beijar, amar, chorar, rir, e milhões de outras coisas. Quando a gente tá com vontade tudo é mais gostoso, não é? Parece óbvio, mas quanta gente sequer repara nisso. Quanta gente liga o piloto automático e nem pára pra pensar no quanto as coisas são melhores, o quanto a gente aproveita mais, o quanto tudo fica mais intenso (por favor, levem isso pro lado bom, não ao ponto de jogar uma criança pela janela). E isso é maravilhoso. Isso, em pequenos momentos, mostra a simplicidade das coisas boas da vida.

Alguma vontande pra comentar, manda um comentário! ;)

É…

Hoje, pela primeira vez eu apaguei tudo o que tava escrito, abandonei e deixei o post pra mais tarde! É a vida…

Mas, enfim!

Viajando (como sempre) na volta da agência, me veio uma boa idéia pra escrever: a arte social de cozinhar!

SIM, arte social! Por que? Simples. Chame alguns amigos, comprem ingredientes pra cozinhar, umas bebidas e veja o que acontece. Entre um “Me passa o tomate?” e um “Tá faltando sal.”, a cozinha acaba se tornando muito mais interessante que uma sala. Tudo depende do tamanho da cozinha. Mas, o fato é que essa é uma experiência muito divertida. Se você nunca fez isso, experimente, vale a pena.

Mas retornando à cozinha, não é só com os amigos que ela serve como forma de socialização. Até mesmo no cotidiano das pessoas isso é normal. Existem famílias (como a minha) que quando estão reunidas, na maioria das vezes, passam boa parte do tempo na cozinha. Lendo isso, parece um hábito de famílias “gordinhas” né ?

Pare pra pensar, quantas coisas legais acontecem na cozinha. Um almoço de família (nossa, qual cozinha nunca acabou cheia de gente palpitando sobre o tempero?), um jantar do dia-a-dia, um lanche rápido …

Confesso que não sou nada “prendada” e que esse negócio de cozinhar não é comigo, mas, pelo jeito que andam as coisas, cozinhar vai acabar virando hábito. Ou conseqüência.

Ele se levanta. Escova os dentes, passa uma água no rosto, se arruma e sai. Tem um sorriso que, a essa hora, se confunde com o sono. Como sempre, liga o alto-falante no volume máximo e a musiquinha inconfundível anuncia a sua presença:

 “Alô criançada, alô dona de casa! É o carro do picolé que tá passando na sua rua…”.

Não demora muito para que ele comece a ouvir os primeiros gritos eufóricos:

-         Olha mãe, é o carrinho do picolé! Me dá um, mãe ?

Alegre e sorridente, ele pára o carro. A mãe se aproxima.

-         Quanto ta, moço?

-         Um e cinqüenta, mas faço dois por dois e cinqüenta.

-         Então me vê dois de uva, por favor.

 

 

 

História normal, não é mesmo? Acontece todos os dias em algum lugar do mundo. Mas tem uma coisa faltando aí, sabe o que? O PAI!

É, onde fica o coitado do pai nisso tudo? Por acaso homem não pode gostar de picolé?

Pensando nisso, acabei me questionando:

“Será que isso é porque antigamente só os homens trabalhavam, e por todas as questões históricas que isso inclui? ”

Aí, acabei me perguntando mais uma coisa:

“E nos finais de semana, como fica? Será que existe a musiquinha de final de semana?”

Acho difícil…

Levando pro lado publicitário da história, talvez os homens fossem um bom nicho de mercado de picolés. Já imaginou, um picolé elaborado especialmente para o paladar masculino? Ou, talvez, os carrinhos poderiam se adequar ao público. Um carrinho que vendesse cerveja, com várias opções de marcas?

 

 Muita gente ia gostar heim…  ;)

 

Dizem que pra tudo existe uma primeira vez. De fato, existe! Todo mundo tem uma primeira vez pra contar. A primeira vez que andou de bicicleta, a primeira vez que caiu da bicicleta e a primeira vez que descobriu que cair da bicicleta faz parte (e que muitos tombos, mais tarde, rendem gostosas risadas).

A minha primeira vez escrevendo em um blog não foi assim tão divertida. Aliás, não foi nada divertida. Confesso que essas coisas modernas de escrever na frente de uma tela de computador me assustam. Ah, pois é, esqueci de comentar, mas posso dizer que sou “careta” no sentido “computador-texto”. É, sou daquelas pessoas que ainda preferem a velha técnica do lápis e caneta na mão.

Mas quer saber? Até que tá fluindo direitinho. Ainda nem apaguei o que tinha escrito pra começar tudo denovo. Ótimo sinal. Sinal de que, pelo visto, vai ser muito bom ter um blog.

Falando em blog, percebe-se que ainda falta muito pra ele ficar pronto né? Pois é… aos poucos vou descobrindo como funcionam as coisas por aqui. Mas isso ainda vai ser motivo de muitos outros posts. Disso eu tenho certeza.

No final das contas, minha primeira vez foi ótima. E a sua?

;)

Bom…

to aqui arrumando o meu blog (sim, eu me rendi), deixando ele com a minha cara e me preparando pra postar algum artigo bem legal pra começar com o pé direito.

enquanto isso, fica aquele clássico apelo publicitário: “Aguarde, novidades estão chegando….” ou “Em construção!”

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